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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Programar é bom! Mas saber gerenciar o seu sistema é fundamental!

Programar é bom! Mas saber gerenciar o seu sistema é fundamental!

Vamos falar sobre gerenciamento de projetos.
Essa é a parte essencial de um bom projeto e sem um bom gerenciamento o projeto costuma se tornar muito mais complexo e e demorado. Ter boa praticas na hora de pensar nos caminhos que seu projeto deve seguir do inicio ao fim é fundamental e um mal gerenciamento pode até mesmo comprometer o resultado de seu projeto, isso até mesmo quando estamos trabalhando sozinhos.
Muitas vezes iniciei projetos sozinha e mesmo tendo uma boa ideia em mente tive dificuldades em realizar os projetos que por fim foram esquecidos e deixados de lado depois de muitos faz e desfaz, codifica e re-codifica, por se tornarem muito demorados, muito complicados e até mesmo me perder durante o desenvolvimento. Em grupo então, ai sim, programar "na louca" é ficar batendo cabeça!
E por já ter enfrentado todos esses problemas por falta de um bom gerenciamento que hoje eu acho fundamental ter conhecimentos de estratégias que possam ajudar esse processo e facilitar e até mesmo salvar um projeto.
Uma ferramenta legal para ajudar é conhecer a PMI, um Instituto de Gerenciamento de Projeto que tem como objeto apontar quais são as boas práticas para gerenciamento de um projeto. O assunto é levado muito a sério por esse instituto que oferece treinamento e certificações ao profissionais que queiram aperfeiçoar suas técnicas em gerenciamento.
A dica de hoje é conheça um pouco mais sobre PMI (Project Management Institute) e ai vai um bom artigo para iniciar ou melhorar seu gerenciamento de projetos.
O link é: https://brasil.pmi.org/brazil/AboutUS/WhatisPMI.aspx

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Ferramenta On-Line para Diagramas

Ferramentas para facilitar documentação de sites e sistemas

Outro dia eu estava usando um computador que não era meu e precisa elaborar um diagrama de caso de uso, de um projeto o qual eu estava trabalhando. Então pensei vou ter que ir para minha casa fazer o diagrama, volto mais tarde. E então achei na internet uma ferramente que me ajudou bastante, uma ferramenta on-line, que não necessitava de instalações e nem mesmo um cadastro demorado e por isso resolvi compartilhar aqui essa solução.
A ferramenta se chama Cacoo e oferece uma quantidade incrível de possibilidades, desde UML, a Diagramas de Banco de dados a até mesmo protótipos de sites e sistemas, para pc ou mobile e tudo em Português!
O uso é bem simples basta clicar e arrastar sobre os objetos que quiser adicionar ou mover do seu diagrama, e o cadastro/ login pode ser feito pelo facebook.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

POO - 03 Orientação a Objetos - O que é Herança, Visibilidades e encapsulamento

POO - 03 Orientação a Objetos - O que é Herança, Visibilidades e encapsulamento

Vamos de mais PHP e programação orientada à objetos. Agora vamos entender os termos Herança,  Visibilidade e Encapsulamento.

Visibilidade - é a forma como o atributo pode ser acessado e visualizado. Temos 3 tipos de visibilidade que podem ser trabalhadas nos atributos: Public, Private, e Protected.
public - aqui qualquer arquivo ou classe tem acesso a ver e alterar
private - somente a própria classe tem acesso ou visibilidade a essa propriedade, o acesso a essa propriedade só pode ser feito por meio de métodos..
protected - é como uma mistura da visibilidade public e private, de dentro da classe ele é acessado como o public pelos métodos, de outros objetos essa propriedade não poderá ser acessada diretamente o que faz essa propriedade assumir característica de uma visibilidade private quando acessado de outra classe que a herde.

Encapsulamento - é a possibilidade de visualizar e alterar informações.O aluno pode ver sua nota mas não pode digita-la para altera-la no sistema. Encapsular é uma forma de proteger as informações que não podem ser manipuladas por todos que acessem a mesma. Já que o aluno pode apenas visualizar a sua nota e não pode altera-la, não posso deixar essa informação dentro de um atributo declarado como public, pois o public permite que seja passado um novo valor facilmente por um usuário mal intencionado por exemplo.

Herança - é a característica de se poder passar propriedades de uma classe para outra. Na prática saberemos que uma classe carrega heranças de outras através da palavra chave extends.
Fica assim:
class nome_da_classe_que_recebe_a_herança extends nome_da_classe_pai {

Práticas e analise da classe MediaAluno() :

Essa analise tem como objetivo exibir na prática e identificar todos os termos vistos até o momento para um melhor entendimento dos mesmos e também para ver como todos esses termos se fazem necessário para um bom dialogo entre membros de uma equipe de desenvolvimento.

OBS: Aqui todos os comentários de código serão colocados com // no inicio do mesmo ou estando entre os símbolos de barra asterisco /* comentário */
Os textos em vermelho são apenas explicativos para fazer a prática não copiar os textos em vermelho ou comente os mesmos colocando // ao inicio do mesmo. Exemplo //esse é um atributo

arquivo MediaAluno.class.php essa classe é a classe pai (classe pai é uma classe que sede suas características e propriedades para outra classe através de herança).

<?php 
// declarando a classe, inicio da classe 
class MediaAluno{
private $nome;  //esse é um atributo com visibilidade public 
protected $turma; //esse é um atributo com visibilidade protecte
public $nota1;
public $nota2;
private $media; // esse é um atributo com visibilidade private
/*o valor do atributo $media não pode ser alterado por um usuario, só pode ser alterado por um método!*/

public function CalcularMedia($a, $b) {
//esse é o inicio do método CalcularMedia
    $this->nota1 = $a;
//o $this acessa elementos dessa classe
    $this->nota2 = $b;
    $this->media = ($this->nota1 + $this->nota2)/2;
    return $this->media;   
}// fim do método CalcularMedia()
}
// final da classe

// fim do código 
?>


Ótimo, agora vamos iniciar nossos primeiros testes:
TESTE 1:
$teste1 = new MediaAluno(); // instanciei a classe
$teste1->nota1 = 7;  // atribui valor em $nota1 
echo $teste1->nota1; // exibe o atributo $nota1

Salve e execute o arquivo no localhost e vera o seguinte resultado: 7

Então continuando o teste faça:
$teste1-> turma = "5A";  //atribui o valor em turma
echo $teste1->turma; // exibe o valor de turma

No teste acima vai dar erro na linha do $teste1-> turma = "5A"; isso porque o atributo $turma foi definido como protected, tente apagar essas duas ultimas linhas e atribuir um valor para a propriedade nome, e também dará erro por ser um elemento privado (private).

Como atribuir um valor para a propriedade nome e turma então? Vamos com mais um teste:
Agora nosso arquivo vai ficar assim: 
<?php 

class MediaAluno{
private $nome;  
protected $turma; 
public $nota1;
public $nota2;
private $media; 

public function CalcularMedia($a, $b) {
//esse é o inicio do método CalcularMedia
    $this->nota1 = $a;
//o $this acessa elementos dessa classe
    $this->nota2 = $b;
    $this->media = ($this->nota1 + $this->nota2)/2;
    return $this->media;   
}// fim do método CalcularMedia()

// agora teremos mais um método
public function testar($a,$b){
    $this->nome = $a; // valor passado pelo parâmetro do método ($a)
    $this->turma = $b;
    echo "O aluno/a eh:".$this->nome;// exibe o $nome
    echo"<br>"; // apenas uma quebra de linha
    echo "a turma eh: ".$this->turma;
}

}
// final da classe
$teste1 = new MediaAluno();
$teste1->nota1 = 7;
echo "<br>";
echo $teste1->nota1;
echo "<br>";
$teste1->testar('Laura', '4B'); // passa os valores por parâmetro
// os valores estão entre aspas pois é texto, separados por virgula
// Laura = $a     e     4B = $b


//echo $teste1->turma;
// fim do código 
?>

Agora basta salvar e executar o código no localhost e veremos que tudo irá funcionar normalmente.

TESTE 2:
Crie um arquivo FilhaDoMedia.class.php e escreva o seguinte código:

<?php

include "MediaAluno.class.php"; // inclui o arquivo 

class VerMedia extends MediaAluno {
/* note no class temos um extends então o VerMedia herda as propriedades de MediaAluno (classe do arquivo MediaAluno.class.php)
*/

    public function VA() {
//método VA
        $teste2 = new MediaAluno(); //instanciar a classe MediaAluno
        echo "a media eh:" . $teste1->CalcularMedia(10, 6); 
// chamar o método CalcularMedia do arquivo MediaAluno.class.php
        $teste2->turma = "Turma 1C"; // passa o valor para a turma
        echo "<br>";
        echo $teste2->turma; // exibe a turma
        echo '<br>';
         
    }
}

$t = new VerMedia();

$t->VA();
?>

Salve e execute o arquivo FilhaDoMedia.class.php no localhost

Agora vamos passar um valor para o $nome, assim:
Basta acrescentar a linha abaixo dentro do método VA() abaixo do echo "<br>";

$teste2->nome = "Rita";
echo $teste2->nome;

Salve e execute o arquivo no localhost, e então... Deu erro né. Pois é então o Private só pode ser acessado via método e dentro do próprio arquivo, e o protected já pode ser trabalhado por método fora e dentro do seu arquivo.
Pois então agora sim chegamos ao fim desse post, espero ter ajudado e até o próximo post!

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

HTML5 - 02 Tags parágrafos, quebras de linhas e como trabalhar com folhas de estilos CSS

HTML5 - 02 Tags de parágrafo, quebras de linhas, destacando trechos e texto e uso de CSS no seu HTML

Chegou a hora de começarmos a trabalhar nosso HTML com uma as tags mais utilizadas e além disso tornar tudo mais colorido e bonito fazendo uso das folhas de estilo (CSS). Se ainda não viu o ultimo artigo HTML5 - 01  veja e conheça como é a estrutura básica de uma página web.
As tags desse artigo são: br, p, strong e em.

A primeira coisa a saber, é que criar um novo parágrafo é algo totalmente diferente de dar uma quebra de linha <br> (break line). Um novo parágrafo é o inicio de uma nova sentença em um texto, uma quebra de linha pode ocorrer dentro da sentença quando se tem o objetivo de fazer com que o texto ocupe menos espaço horizontalmente.

Para a tag <p> que é utilizada para determinar os parágrafos temos a finalização </p> no fim do parágrafo.
Exemplo:
<p> Minha sentença ficará dentro das tags e aqui estamos vendo como isso ocorre </p>

Exemplo dentro de uma página HTML:
<!DOCTYPE html>

<html>
    <head>
        <title>Título da página</title>
        
    </head>
    <body>
        <p>
            O HTML é utilizado para criar páginas web e ele vem evoluindo conforme as necessidades e novas formas de navegar na internet e as novas formas de se conectar a internet.
        </p>
        <p>
            O mundo de informações online faz com que as pessoas estejam constantemente conectadas e que todos queiram acessar essas informações de forma cada vez mais rápida. O HTML precisa ser eficiente e eficaz e também precisa trazer resultados cada vez mais bonitos e eficazes para atender essas novas necessidades.
        </p>
    </body>
</html>


Como vimos no código acima os parágrafos podem e devem organizar as sentenças de um texto, assim como fazemos quando escrevemos uma redação, dividindo o texto em parágrafos.

Já na quebra de linha utilizamos o <br>
Exemplo:
Esse texto ficara na linha de cima
<br> esse texto a frente da tag br ficará na linha abaixo
no html fica: 
<!DOCTYPE html>

<html>
    <head>
        <title>Título da página</title>
        
    </head>
    <body>
      Agora vamos praticar...
      Esse texto foi escrito na linha abaixo
      Esse texto esta na terceira linha
      <br> agora utilizei o br
    </body>
</html>
Realizando esse código podemos ver o seguinte resultado:
Como visto no exemplo acima a quebra de linha só acontece com o uso da tag <br>. Mesmo pulando de linha com a tecla enter no teclado na hora de escrever o código, mesmo assim a linha 1 e a segunda linha ficam na mesma linha quando visualiza-se o resultado no navegador.
Agora vamos utilizar a quebra de linha e o parágrafo no mesmo arquivo:
Código: 
<!DOCTYPE html>

<html>
    <head>
        <title>Título da página</title>
        <meta charset="UTF-8">
        <meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">
    </head>
    <body>
      Esse texto foi escrito na linha 1
      Esse texto esta na segunda linha
      <br> agora utilizei o br
      <p>
          Esse é uma parágrafo escrito com a tag p do HTML e agora podemos ver o efeito do parágrafo e da quebra de linhas juntos no mesmo arquivo.
      </p>
    </body>
</html>
Resultado: 

<strong> - tag para destacar um trecho de um texto tornando o mesmo com aspecto em negrito, essa tag também necessita ser finalizada.
Exemplo:
          <p> Esse é um parágrafo escrito com a tag p do <strong> HTML </strong> e agora podemos ver o efeito do parágrafo e da quebra de linhas juntos no mesmo arquivo.   
 

Diferenças entre <strong> e <b> 

A tag strong veio com objetivo de realmente destacar um texto ou trecho de um texto. A tag <b> era utilizada apenas para deixar um texto ou trecho de texto em negrito e foi descontinuada no HTML5, isso porque a tag strong foi julgada como mais semântica para a necessidade de destacar textos e o mais importante é que esta tag <strong> consegue indicar para os buscadores que esta parte do texto é mais importante (mais um ponto para o SEO).

<em> - a tag em é para texto enfatizado e gera um efeito de texto em itálico, essa tag também precisa ser finalizada.
Exemplo:
          <p> Esse é um <em> parágrafo</em> escrito com a tag p do <strong>HTML </strong></p>
E agora podemos ver o efeito do parágrafo e da quebra de linhas juntos no mesmo arquivo.    
a palavra "parágrafo" esta na tag <em> e a palavra "HTML" esta em <strong>.

Conhecendo as folhas de estilo

No HTML algumas tags sevem como "caixas" que envolvem os conteúdos e que podemos utiliza-las como parâmetro para que o CSS formate apenas uma parte do conteúdo de uma pagina web(<p></p> ou <body></body>, outras tags são para inserção de elementos na página como imagens ou outros elementos, também podemos utilizar essas tags como parâmetros para criar um efeito nesse elemento.
Veremos na prática como isso funciona.
Incorporado à página, a forma mais indicada para se trabalhar com o CSS na própria página, seria utiliza-lo dentro da tag <HEAD></HEAD>, iremos declarar uma tag style no head e dentro do style ficará nossas formatações.
O uso da tag Style dentro do head torna mais fácil localizar os estilos para alterar seus ajustes facilitando a manutenção, caso seja necessário realizar manutenção. Mas veremos que há como trabalhar com o CSS em arquivo externo e isso facilita ainda mais as manutenções desses estilos.
Exemplo:
<!DOCTYPE html>

<html>
    <head>
        <title>Título da página</title>
        <style>
            em{color: red;background-color:green}
            strong{color: blue;}
        </style>
    </head>
    <body>
      <p>
          Estou <em>treinando</em> meus conhecimentos em <strong>HTML</strong> e CSS.
      </p>
    </body>
</html>
No exemplo acima temos uma tag Style que utiliza-se das tags em e strong para passar um ajuste na cor da fonte. O código fica assim:  Parâmetro{ ajustes:valor; }
Sempre entre os sinais {} ficaram os ajustes, se for necessário passa-se um valor após o sinal de dois pontos. O ponto e virgula; é utilizado para separar um ajuste de outro ajuste se for necessário passar mais de um ajuste para o mesmo parâmetro.
em{color: red; }       em{color:red; background-color:green}
No caso desse exemplo Color é a cor da fonte e Background-color é a cor de fundo.
Resultado:
Tente colocar a palavra CSS em Strong e veja que o mesmo efeito da palavra HTML será aplicada à palavra CSS.
Como vimos a barra de títulos apresenta erros pois algumas palavras nela possuem acentos, vamos ver como resolver isso com a tag meta no próximo artigo. Até lá!






quinta-feira, 27 de agosto de 2015

HTML5 - 01 Entendendo desde o início como criar uma página web.

HTML5 - 01 Aprendendo a escrever páginas web

Para aprender HTML5 é necessário apenas ter um navegador atualizado e ter em seu computador um editor de textos como o bloco de notas, Notepad++ ou Sublime Text.
Arquivos HTML devem ser salvos com a extensão .html e o nome do arquivo não deve conter acentos, caracteres especiais, espaços. A página inicial de um site por padrão deve se chamar index.html e as demais podem levar o nome que você achar melhor, mas não se esqueça das regras...
Clicar em salvar como..

Os códigos HTML são escritos dentro dos sinais < e > exemplo: <br>
Outro fato interessante na linguagem HTML é que esses códigos são chamados de TAG, e algumas tags necessitam ser iniciadas e terminadas. 
Vamos ver tudo isso na prática então escrevendo o nossa primeira página web.
A estrutura a seguir é a estrutura base para a criação de uma página web.

<!DOCTYPE html>

<html>
    <head>
        <title>Título da página</title>
        
    </head>
    <body>
        Primeira página web
    </body>
</html>

Entendendo o código acima:
  • <!DOCTYPE html> indica a linguagem que estamos usando e esse doctype foi adotado no HTML5, antes disso essa linha era muito maior e mais difícil de decorar. Essa tag não necessita ser fechada pois indica apenas a linguagem que esta sendo utilizada.
  • <html> essa linha é o inicio do código HTML e essa sim deve ser finalizada. Para fechar uma tag, basta reescreve-la utilizando-se do sinal / antes do seu nome, então, para fechar a tag <html> usamos </html>
  • <head> é a tag que indica o cabeçalho da página web e tudo que estiver dentro das tags <head> e </head> será lido antes do corpo da página.
  • <title> é a tag para escrever título que ficará na barra de títulos do navegador.
  • <body> é a tag do corpo da página, ou seja, tudo que for escrito aqui estará na tela do navegador, é no body que será escrito os conteúdos da página, imagens, menus... Essa tag é finalizada com o </body>
A página que escrevemos terá o seguinte resultado:


Agora vamos ver como fica se utilizando os cabeçalhos, heading tag que é utilizada para escrever os títulos e subtítulos da sua página web. A tag que estamos falando é o grupo de h1 a h6 e sua escrita fica assim:
<h1> Meu texto, cabeçalho 1</h1>
<h2> Meu texto, cabeçalho 2</h2>
<h3> Meu texto, cabeçalho 3</h3>
<h4> Meu texto, cabeçalho 4</h4>
<h5> Meu texto, cabeçalho 5</h5>
<h6> Meu texto, cabeçalho 6</h6>

Uma coisa bacana de se saber é que trabalhar de forma correta com os heading tags ajuda no SEO da sua página, ou seja, aumenta as chances de seu site aparecer nos buscadores.


<!DOCTYPE html>

<html>
    <head>
        <title>Título da página</title>
        <meta charset="UTF-8">
        <meta name="viewport" content="width=device-width, initial-scale=1.0">
    </head>
    <body>
        <h1> Primeira página web </h1>
        <h2>Agora estamos utilizando H2</h2>
        <h3>Agora estamos utilizando H3</h3>
        <h4>Agora estamos utilizando H4</h4>
        aproveite e faça um teste com os demais heading tags
    </body>

</html>
Resultado:
Legal, mas quanto utilizar o H1 ou H2... saiba que a escolha não influencia apenas no tamanho a letra na tela não! Então ai vão algumas dicas:
  • h1 - título da ideia principal da página. Deve-se ter apenas um H1 por página!
  • h2 - esse é para um subtítulo dentro do assunto do título h1, pode-se ter mais de um h2. Fique atento para mantes uma certa coerência ao colocar por exemplo um H6 e depois um h3, depois um h2 e volta pro h5 para não deixar a página bagunçada.
  • h3 - algo relevante dentro do h2 ...
  • h4 - algo relevante dentro do h3...
  • assim por diante até o h6.
Exemplo: 

<h1> História da informática </h1>

<h2> Como surgiu o primeiro computador? </h2>

<h3>Curiosidades sobre o funcionamento do primeiro computador.</h3>

<h3>Como foi possível criar o primeiro algoritmo?</h3>

Lembre-se de sempre manter sua página em uma coerência para seus títulos.
Uma dica bacana e ver o código de páginas e ver como estão dispostos os títulos dessa página.
Para ver o código HTML de uma página, abra a página no seu navegador, clique com o botão direito do mouse na tela dessa página, clique na opção  Exibir código fonte da página e estude os headings tags.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

POO - 02 Orientação a Objetos - Entendendo através da prática como funcionam as classes, atributos e métodos.

POO - 02 Orientação a Objetos - Entendendo através da prática como funcionam as classes, atributos e métodos.

Para melhor entender esse tutorial é necessário conhecer HTML, e lógica de programação, além disso é fundamental já ter instalado no seu computador o apache e salvar os arquivos PHP dentro da pasta htdocs/.
Esse tutorial é para aqueles que já conhecem os fundamentos de PHP e querem conhecer a linguagem no paradigma orientado a objetos.

E lá vamos nos entender na prática como funcionam alguns dos termos utilizados no paradigma orientado a objetos. As classes, atributos, métodos, instanciar classes todos esses são alguns dos conceitos que fazem parte do paradigma orientado a objetos e aqui veremos em linguagem de programação PHP como funciona cada um desses termos.

<?php
?>
Todos arquivo PHP deve ser iniciado e finalizado pelos comandos <?php ... ?> isso também esta presente em arquivos com classes PHP.

A classe PHP deve ter todo o seu conteúdo dentro das chaves {...} sendo assim nossa classe FazerOvoFrito() ficará dessa forma:
<?php
 class FazerOvoFrito { inicio da classe
//aqui o conteúdo da classe
}final da classe
?>
Cada palavra que compõem o nome da classe inicia-se com letra maiúscula.
Nesse exemplo o resultada esperado para a classe FazerOvoFrito é um ovo frito então o objeto dessa classe é o ovo frito.
Para que o objeto ovo frito seja possível de ser alcançado precisamos de alguns itens, exemplo: a panela, o ovo, os temperos, um fogão... Esses itens são os atributos que serão escritos assim:

 <?php
 class FazerOvoFrito { 
    public $ovo;
    public $panela;
    public $fogão;
    public $temperos;
}
?>

Como visto os atributos são como variáveis, e apresentam sua visibilidade como public, falaremos em outro momento sobre essa visibilidade dos atributos.

Nessa classe teremos as ações então iremos escreve-las a seguir, essas ações de "verificar os itens" e "fritar o ovo" são os métodos.
<?php
class FazerOvoFrito {
    public $ovo;
    public $panela;
    public $fogão;
    public $tempero;

    public function verificarItens() { inicio do método
        //aqui escrevemos as ações realizadas pelo método 
    }fim do método

    public function Fritar() { 
       //aqui escrevemos as ações realizadas pelo método
    }
}
?>
Como visto no código acima o método é escrito da seguinte forma:
visibilidade + function + nomeDoMetodo (){ .... }
Vamos escrever a ação de cada método:
class FazerOvoFrito {

    public $ovo;
    public $panela;
    public $fogão;
    public $tempero;

    public function verificarItens() {
        if ($this->ovo == TRUE && $this->panela == true) {
// linha acima se o ovo tem valor verdadeiro e panela tem valor verdadeiro
            return true; // retornar verdadeiro
        } else {
// senão
            return false; // retornar falso
        }
    }

    public function Fritar() {
        if ($this->verificarItens() == true) {
            return true;
        } else {
            return false;
        }
    }


}
Entendendo melhor o código do método verificarItens():
Usamos o comando if, que é uma estrutura de decisão onde ele verifica se todas as condições forem verdadeiras ele retorna true = Verdadeiro
Else é o caso contrario do if, ou seja, senão for verdade o if o código executado será o else retornando um false = falso.
Usamos também um $this-> que é um indicador de que o atributo esta nessa classe, faz parte dessa classe o atributo ovo.
Já o && contido dentro do if indica que tanto a primeira condição quanto a segunda condição devem ser verdadeiras para um retorno verdadeiro. Ou seja, para o retorno ser True deve-se ter o atributo ovo = true e o atributo panela também como true.
**tente verificar também se o fogão e os temperos estão true também :)
(lembrando que o sinal de == verifica se é igual, enquanto o sinal = apenas atribui o valor)

Entendendo melhor o código do método Fritar():
se o método verificarItens() retornou verdadeiro ( ou seja, tinha todos os itens como true)
O método Fritar() também retorna true, senão o método Fritar() retornará Falso.

Para instanciar a classe e habilitar a mesma a realizar seu objeto, deve-se escrever o código abaixo fora da classe, ou seja, depois do } que finaliza a classe. Pode-se instanciar uma classe em um outro arquivo também desde que seja incluído nesse novo arquivo o arquivo onde esta a classe. ex: include('Fritarovos.class.php');
Então agora chegou a hora de instanciar e ver funcionar essa classe:

$fazer = new FazerOvoFrito(); // instancia a classe e habilita para funcionar como a variável $fazer
$fazer->ovo = true; // aplicamos o valor true para o atributo ovo
$fazer->panela = true; // aplicamos o valor true para o atributo panela
$fazer->verificarItens(); // executamos o método verificarItens()
if($fazer->verificarItens()==true){// se o método verificarItens retornou verdadeiro
    echo "Todos os itens ja estão separados";
} else {// se o método verificarItens() não retornar true..
    echo "Faltam itens.";
}
$fazer->Fritar();// executa o método Fritar()
if ($fazer->Fritar() == true) {// verifica se o método Fritar() retornou verdadeiro
    echo "<br>o ovo foi frito com sucesso!";
} else {// se o método não retornar verdadeiro
    echo"<br>Não podemos fritar o ovo.";
}

como fica todo o código: 
<?php
class FazerOvoFrito {

    public $ovo;
    public $panela;
    public $fogão;
    public $tempero;

    public function verificarItens() {
        if ($this->ovo == TRUE && $this->panela == true) {
            return true;
        } else {
            return false;
        }
    }

    public function Fritar() {
        if ($this->verificarItens() == true) {
            return true;
        } else {
            return false;
        }
    }

}

$fazer = new FazerOvoFrito();
$fazer->ovo = true;
$fazer->panela = true;
$fazer->verificarItens();
if ($fazer->verificarItens() == true) {
    echo "Todos os itens ja estão separados";
} else {
    echo "Faltam itens.";
}
$fazer->Fritar();
if ($fazer->Fritar() == true) {
    echo "<br>o ovo foi frito com sucesso!";
} else {
    echo"<br>Não podemos fritar o ovo.";
}

?>

terça-feira, 25 de agosto de 2015

HTML - Iniciante 2 porque evoluímos para o HTML5

HTML - Iniciante 2 porque evoluímos para o HTML5

HTML - Linguagem de Marcação de Hipertexto (HyperText Markup Language), é a linguagem utilizada para criar a estrutura de paginas web que vem evoluindo juntamente com as novas formas de conexão e formas de acesso. 
Hoje estamos na versão HTML5 onde temos uma linguagem mais semântica (tags/códigos utilizadas para os seus devidos fins) e que atende as necessidades de usuários mobile e desktop. 
Para aprender HTML5 você não precisa necessariamente estudar o HTML4, HTML3... na verdade basta ter vontade de aprender, um navegador atualizado e um editor que pode ser um bloco de notas, ou notepad++ ou Netbeans.
Antigamente a formatação da aparência do site era toda escrita em HTML, onde tínhamos layout(desenho) dos sites feitos em tabelas, com o tempo e evolução das necessidades de navegação esse tipo de layout passou a ser totalmente inviável, como acessar um site de layout escrito em tabelas através de um celular ou tablet se a tabela não se adapta a esse tipo de necessidade, ou seja, a tela fica pequena demais e fica totalmente impossível ler as informações contidas nesses sites. Outro fato que precisamos lembrar é que para sanar as necessidades de um desenvolvimento de paginas web de forma mais padronizada foi necessário criar uma forma de escrever a formatação da página em arquivos separados do HTML e o conteúdo da página, uma vez que as tags/códigos <font> dificultavam demais a manutenção de páginas. Ai surge o CSS - Folhas de estilo em cascata ou Cascading Style Sheets que tem como objetivo definir o visual das páginas web de forma a possibilitar a centralização e reutilização dessas definições de esquemas de cores, fontes, imagens de fundo deixando o resultado dos trabalhos HTML muito mais padronizado. Isso gera uma enorme vantagem na hora de realizar uma manutenção dessas páginas que muitas vezes basta alterar um arquivo .css e todo o trabalho já fica dentro do novo padrão de cores e fontes determinados pelas folhas de estilos. Como vimos hoje para atuar nesse mercado de páginas web é fundamental conhecer HTML5 e CSS. OBS: outro ponto importante o HTML5 ainda permite que você trabalhe muito melhor a questão do SEO de suas páginas web, em outro momento falaremos sobre SEO, por enquanto, seguiremos de HTML5 e CSS amanhã conheceremos nossas primeiras tags/códigos HTML.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

HTML - Iniciante

HTML - Iniciante

Boa noite gente boa, a dica de hoje é estudar sempre e sempre correr atras das  novidades O que é HTML? Não ainda não sabe? Acesse:  https://www.youtube.com/watch?v=8KTZC6y7ovQ 

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

POO - 01 O que é classe, Objeto, Métodos, Atributos, Instanciar?

POO  - 01 O que é classe, Objeto, Métodos, Atributos, Instanciar?


Para melhor entender o paradigma orientado a objetos primeiro devemos entender e conhecer as nomenclaturas que fazem parte desse paradigma. Classes, objetos, métodos, atributos, a partir de agora vamos conhecer e entender cada um desses termos e posteriormente veremos um código em PHP onde teremos todos esses em ação.
  • Classes - as classes são estruturas onde contem uma receita para que algo seja criado, por exemplo: uma classe ConectarComBanco.class.php tem como objetivo conectar-se a um banco de dados então nessa classe teremos a "receita" de como chegar a esse objetivo. As Classes podem ser escritas em um arquivo salvo com um -class ou .class em seu nome para melhor ser identificado que se trata de uma classe. Outra fato importante é que as classes devem ser escritas em arquivos separadamente se você tem como objetivo simplificar a localização dessas classes para uma manutenção mais simplificada no futuro.
  • Objeto - Como vimos na descrição do termo Classe, toda classe deve ter um objetivo bem definido que será o fruto dessa classe quando a mesma for colocada em prática. Pois então esse objetivo ou fruto da classe é o que chamamos de objeto. Para a classe FritarOvo.class.php o objeto é o Ovo Frito criado quando a classe for colocado em ação.
  • Métodos - Métodos são ações executadas pela classe, em uma classe podemos determinar ações exemplo: Quebrar-os-ovos ou Pegar-a-frigideira então cada ação como esta é um método que pode ser executado uma vez que a classe foi "formada".
  • Atributos - Voltando ao exemplo da classe FritarOvo.class.php onde temos o objeto Ovo Frito, para que seja possível ter o ovo frito devemos ter alguns itens: o ovo, a panela, o fogão. Esses itens são os Atributos da classe.
  • Instanciar - É o ato de habilitar a classe a criar o objeto. É como dar o "play" para que sua receita seja colocada em prática. Temos a "receita" da classe FritarOvo.class.php mas o Ovo Frito só surgira se instanciarmos a classe.
Por enquanto é isso no próximo post veremos os termos aqui apresentados em uma classe que sera desenvolvida e ai veremos também outros termos.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Dica

Dica - Interfaces Heurísticas


Opa! Ola gente bonita! Hoje encontrei um artigo legal na web sobre interfaces Heuríticas, bem fica a dica então https://medium.com/@rafaoli/introdu%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-interfaces-heur%C3%ADsticas-407ef23530a9 boa leitura!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos - Como eu aprendi?

A princípio quando eu comecei a estudar linguagem de programação eu tinha bastante receio sobre o paradigma Orientado a Objetos, tanta gente dizendo que era difícil, que era complexo demais! Enfim enfrentei meus medos (o pesadelo) e resolvi estudar o tal paradigma e gostei! Sim! Gostei e achei muito simples! Em breve pretendo compartilhar com vocês o modo que utilizei para estudar e entender e ainda tenho vídeos quentinhos e recém saídos do forno para ajudar quem ainda tem dúvidas sobre POO. AGUARDEM...

terça-feira, 18 de agosto de 2015